Hugo Martins é radialista, compositor, sonoplasta, apresentador, roteirista, cineasta, comediante, rádio ator e um grande pesquisador do frevo. Nascido na Paraíba, em 02 de janeiro de 1937, numa pequena cidade do Rio Tinto. O radialista já foi homenageado no Carnaval 2016 de Olinda, em 2013 foi prestigiado pelo Bloco Lírico, Bloco Utopia e Bloco Paixão. Em 2008 o radialista também foi aclamado no Carnaval de Recife. O radialista Hugo nos contar um pouco sobre sua trajetória de vida profissional e falar sobre a percussão do seu programa O Tema é Frevo que é apresentado há 50 anos na Rádio Universitária Fm 99.9.
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Hugo chega no Recife em 1956, ele teve o seu primeiro emprego na Rádio Clube onde começou como sonoplasta. O radialista já atuou em diversas emissoras de rádio de Pernambuco, na Rádio Clube, na Rádio Continental, na Rádio Jornal do Commercio e na Rádio Universitária. “Quando cheguei na Rádio Universitária em 1963, os diretores da rádio eram aqueles homens culto, da cultura da pernambucana. Naquela época não cantava essas músicas de má qualidade, como brega (risos). A rádio Universitária era considerada uma rádio opcional, porque se tocavam músicas da época, de cantores de grandes sucesso, se ouvia música erudita, música de cinema, músicas MPB, de frevo e de forró. Porque antes as rádios davam o valor necessário a cultura erudita" comenta Hugo.
O radialista questiona o fato de que "muitos não dão mais o valor necessário ao frevo, é como se tivessem vergonha”. Mas como os ouvintes podem conhecer mais as músicas se as rádios não tocam? “No meu programa eu sempre trago uma programação diferente, toco vários tipos de frevos, tocados com instrumentos diferentes, como cavaquinho, trompete, saxofone. Ás vezes eu focalizo em algum cantor como Mestre Capiba, João Santiago, Caetano Veloso ou Nelson Ferreira e muitos outros cantores e compositores com que gravei entrevista para o programa O Tema é Frevo. Mantenho todo esse material gravado e preservado na Casa do Carnaval" completou o radialista.
Este ano o programa completa 50 anos no ar. Desde do dia 4 de outubro de 1967 ele é levado ao ar ininterruptamente todos os sábados e domingos inicialmente pela Rádio Universitária FM. O programa também é retransmitido pela Rádio Comunitária Nova FM, de Fazenda Nova - Agreste de Pernambuco. A edição do sábado é dedicada à atender solicitações dos ouvintes que enviam cartas, e-mails e mensagens solicitando os frevos de sua preferência. Já no domingo o programa tem várias séries: frevos diferentes, especiais com compositores, entrevistas e frevos com títulos iguais.
O Tema é Frevo é o programa que traz ao ouvinte o único gênero musical em Pernambuco, que é dedicado a valorização e preservação do principal ritmo pernambucano. Hugo lembrar que passou a gostar de frevo porque se ouvia nas rádios e afirmar que "O frevo é a música que representa Pernambuco no Brasil e no mundo. É um ritmo fascinante e alegre, que não tem igual em canto nenhum. E Frevo foi tornado Patrimônio Imaterial da Humanidade, em 2012, lá em Paris e o nordestino não dar a mínima pra isso. Não gosto quando dizem que ele vai morrer ou então que nasceu na Bahia, pois o frevo nasceu em Pernambuco e não está morrendo” ressalta Martins.
O radialista também apresenta o programa Frevo Patrimônio Cultural da Humanidade que vai ao ar diariamente de segunda à sexta das 11h às 11:30h na Rádio Universitária FM 99,9. Hugo Martins afirma "a minha missão é de valorizar ainda mais a nossa música que é o Frevo!".
"Geralmente o frevo é apenas apreciado no Carnaval, e o resto do ano onde ele está? Permanece esta pergunta. É uma injustiça apenas exibi-lo no contexto carnavalesco por ser maior manifestação Cultural de Pernambuco" diz Luís Santos, professor de História Social da Cultura Regional de Pernambuco da UFRPE.
O historiador Luís Santos explica que há uma necessidade de que o frevo tocasse mais nas rádios durante o ano inteiro, principalmente que houvesse uma maior divulgação dos músicos. "Nós vivemos hoje no período difícil de divulgação da cultura popular e das culturas tradicionais. E o frevo sempre teve um histórico de ampla difusão, de ampla aceitação como expressão cultural. Ainda temos uma problemática na divulgação, precisamos dar uma maior visibilidade ao frevo para que ele possa ser vivenciado, apreciado e sentido em qualquer época do ano”.
Fabiana Josefa, não gosta muito de brincar Carnaval, mas admira a dança do frevo e considerar como representação cultural do estado de Pernambuco para o mundo. Ela diz que "o frevo não pode ser temporário, têm que ser fixo, durante o ano todo independente de ser época de Carnaval ou não. Já comprei roupa de passista para minha filha Maria Clara, que tem apenas nove anos e já sabe os passinhos de frevo. A dançar do frevo traz uma alegria contagiante, no colorido da roupa que representa as cores do Estado de Pernambuco, a sombrinha que é um dos elementos que dá um brilho à coreografia. A dança do frevo parece fazer o corpo ferver é uma magia”.
O coordenador da rádio Web do Paço do Frevo André Freitas, explicar que "como responsável pela difusão áudio visual, da música do frevo, eu busco fazer um resgate ao frevo, valorizando os músicos fazendo o povo voltar ao passado. A rádio Web toca músicas consagradas mais antigas pelos compositores como Mestre Capiba e Nelson Ferreira, as criações mais recentes". André também ressalta que “Assim queremos sensibilizar a todas as emissoras de rádio do Recife, para que elas também toquem músicas de frevo todos os dias. Porque todo dia é dia do frevo!".
O Ministério Público de Pernambuco institui que ao menos duas músicas de frevo sejam entoadas por dia durante o ano todo na programação das rádios pernambucanas, ficando de fora desse contexto apenas as rádios evangélicas e a rádio CBN. Mais infelizmente não é isso que vemos.
Como surgiu o Frevo?
Foram das ruas da cidade de Recife que o frevo nasceu e cresceu, refletindo a beleza e alegria de seus cidadãos. O frevo é um ritmo pernambucano que surgiu da interação entre músicas e danças folclóricas, no final do século XIX, em Recife durante a comemoração do Carnaval. Todos os elementos culturais contribuíram para o surgimento da construção desde da banda de capoeira, a orquestra de música, das agremiações dessa forma que se tornou ritmo de difusão cultural.
O nome frevo veio bem depois do ritmo já consolidado. Muito depressa esse ritmo começou a se desenvolver conquistando todo Brasil. Em 9 de março de 2007 foi celebrado pelo seu centenário, em 2012 reconhecido como Patrimônio Imaterial da Humanidade. Hoje o Frevo é apreciado pela sua dança artística e sua música de referência cultural que simbolizar para povo recifense o cartão postal da nossa capital pernambucana, assim ser exibido para o mundo. O berço do frevo é o Estado de Pernambuco, onde é mais tocado e dançado do que em outra qualquer parte. Frevo possuem dança contagiante, quando executada atrai os que passam e empolgados tomam parte nos folguedos. E é por isso mesmo por ser uma dança de multidão, onde se confundem todas as classes sociais em promiscuidade democrática.
Tipos de Frevo: frevo de rua, frevo de bloco e o frevo canção
Segundo a professor de frevo Otavio Bastos, a dança do frevo é geralmente caracterizada pela sua individualidade na exibição dos passos. Os movimentos nasceram da capoeira. Existir atualmente um número incontável de passos e evoluções com suas respectivas variantes. Os mais conhecidos são: dobradiça, tesoura, vai que vai mais não vai, ferrolho, parafuso, pontilhado, ponta de pé e calcanhar, saci-pererê, abanando, caindo-nas-molas e pernada. As músicas que são mais conhecidas que o simbolizam é Vassourinha e Madeira Rosarinho. Existem três tipos de frevo que são: o frevo de rua, o frevo de bloco e frevo canção. O frevo de rua é aquela instrumental com orquestras de metais, o frevo de bloco é aquele que é cantado com instrumentos de pau e corda que normalmente um grupo de senhoras saem cantando, com grave-lo no meio da rua e o frevo canção é aquele que tem uma pessoa a frente de uma orquestra como Alceu Valença.
Professor Bastos diz que “a procura de pessoas querendo praticar aulas de frevo aumentou com demandas distintas, as pessoas vêm por que estão querendo emagrecer, outras porque não gostam de correr ou andar de bicicletas, substituindo por alguma atividade física. Mas também a um público que vem se utilizar do frevo de forma criativa, para criação de performances artísticas. Todos podem vim dançar o frevo não tem idade nem época. Desde de uma criança de três anos de idade ao senhor de oitenta anos cada pessoa dança frevo de um jeito. Porque o importante é encontrar uma forma de expressar a cultura, do que executar o movimento de forma perfeita. Pois o próprio corpo tem um encontro com a dança. O frevo vai além do exercício físico comum, corrente e repetitivo, ele associar a criatividade e ação física ao mesmo tempo”.
O professor Bastos, comentar que "Não é fácil quebrar essa mentalidade que o frevo possa ser muito além do que aquilo que é mostrado no carnaval possa ser instrumentos para muitas outras possibilidades. Que a buscar do frevo não fique restrita, que saia dos quatros quantos de carnaval. Assim possamos trazer para o cotidiano”.
Espaços que podemos encontrar a história do Frevo
Uma boa parte da história do Frevo está contido nesses espaços que divulgam a formação cultural do povo pernambucano.
⦁ Paço do Frevo: localizado na Praça do Arsenal da Marinha, s/n, Bairro do Recife. Horário de funcionamento: terças a sextas, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 14h às 18h; fechado às segundas. Entrada: R$ 8,00 (inteira) e R$ 4,00 (meia). Gratuito às terças-feiras. Telefone: (81) 3355-9500 site: ⦁ www.pacodofrevo.org.br
⦁ A Casa do Carnaval: localizada no Pátio de São Pedro, Casa 38, Bairro de São José, Recife. Horário de funcionamento: de segunda à sexta-feira, 9h30 às 16h30 Telefone: 3355-4311 / 3302/ 3303
⦁ O Museu do Homem do Nordeste: localizada na Avenida 17 de Agosto, 2187, Bairro de Casa Forte, Recife. Visitação Museu e Lojinha: de terça a sexta, das 8:30 às 17; sábado, domingo e feriado, das 13 às 17. (Fechado na segunda) Preços entrada Museu: 4,00 a inteira e 2,00 meia-entrada Gratuidade para menores de 12 anos, professores e estudantes de escolas públicas. Entrada franca para todos no 3º. domingo do mês. Agendamento: (81) 3073-6333 ou pelo e-mail: educativo.museudohomem@fundaj.gov.br
⦁ A Fundação Joaquim Nabuco: localizado Rua Henrique Dias, 609 Bairro do Derby, Recife – Funcionamento: 2ª a 6ª feira - 8 às 12h e 14 às 18h Contatos (81) 3073-6662
⦁ O Museu da Cidade do Recife: Praça das Cinco Pontas, Bairro - São José, Recife. Funcionamento: 3ª a 6ª feira - 8 às 18h Telefone:(81) 3355-3106.
Foram das ruas de Recife que o frevo nasceu e cresceu, refletindo a beleza e alegria de seus cidadãos. Em 2007 foi celebrado pelo seu centenário, em 2012 reconhecido como Patrimônio Imaterial da Humanidade. Hoje o Frevo é apreciado pela sua dança artística e sua música de referência cultural.
Entrevistada: Passista Sabrina Feliciano
Idade: 16 anos Natural: Pernambuco
Com quantos anos você começou a dançar Frevo Sabrina?
Aos 4 anos de idade eu já dançava. Conheci o frevo pela minha mãe e minhas tias que dançava com o professor de frevo Nascimento do Passo. E minha mãe sempre me levava para assistir as aulas de frevo com ela. Eu bem novinha assistia as aulas e já participava interagia com os dançarinos. Mas na verdade eu comecei a dançar mesmo foi com 5 anos quando eu me escrevi na aula de dançar de Frevo.
Quando foi a sua primeira apresentação?
A minha primeira apresentação de frevo, que eu dancei em público. Foi em 2014 no concurso de passista que aconteceu no pátio de São Pedro. Que eu ganhei em primeiro lugar.
O que é frevo pra você?
O frevo para mim é como se fosse uma inspiração. Que quando você escuta a música você sente um calor, uma efervescência, aquela alegria, por você está ali frevando mostrando o que você sabe.
Como é a rotina de uma passista durante o Carnaval?
Durante o Carnaval a rotina de uma passista é muita agitada, uma passista dança muito, têm várias apresentações. Tive dias que fiz cinco apresentações em um dia, em bairros diferentes da cidade do Recife.
Tem alguma música preferida de Frevo?
Eu não tenho uma música preferida porque passista que passista dança qualquer coisa música de carnaval.
Você teve alguma dificuldade para aprender a dançar?
Eu acho que eu não demorei para aprender a dançar, porque eu sou muita elétrica. Tem gente que tem muita facilidade para aprender, eu amo dançar qualquer ritmo. E tenho pessoas que não tem muita facilidade.
Como você ver o frevo atualmente?
O frevo só é valorizado no Carnaval. Depois das festas carnavalescas escutamos muito pouco.
Qual o significado da palavra FREVO?
O significado de frevo para mim é efervescência, alegria, por ser uma dança espontânea, eu não consigo expressar com palavras. Eu faço melhor, eu danço frevo e na dança eu expresso todos meus sentimentos.
Entrevista com o professor de Frevo: Bhrunno Henryque
Bhrunno Henryque nasceu na cidade do Recife, é natural de Pernambuco, formado
em professor de Educação Física na Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Bhrunno é passista de Frevo, como passista ganhou muitos títulos como melhor dançarino na peça de Teatro
Procissão dos Farrapos. Viajou vários estados do Brasil até pra fora do país em
apresentações de Frevo como passistas. No concurso melhores passistas de
Pernambuco foi tricampeão em Recife e bicampeão em Olinda. Atualmente é professor de dança, na Escola de Frevo Maestro Fernando Borges, desde 2010 até atualidade. Ele também é um dos orientadores da Quadrilha Junina Tradição.
Nesta entrevista Bhrunno, nos conta sobre sua admiração pelo frevo “A dança do Frevo é muito importante, porque é uma dança que é nossa, do nosso Estado. Em 2012, o frevo foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Porém nós pernambucanos ainda
deixamos um pouco a desejar. Porque o frevo é visto como uma época carnavalesca
que é engavetada. Então só desengavetamos para brincar Carnaval que comemoramos
de janeiro até março e depois engavetamos novamente e vamos curtir o ciclo junino
escutando outros ritmos. Somos muito fortes em Cultura, porém nos deixamos a
desejar por escutar frevo só na época de Carnaval. Quando na verdade o Frevo é
uma dança da massa popular pernambucana. É algo que fez parte da história do
Brasil, da história da cidade do Recife. É uma vergonha para nós pernambucanos
não conhecer tão a fundo não só a nossa dança, não só a nossa música, mas em se algo
que é nosso, que vivenciamos aqui. Nossa Cultura!"
"Eu admiro o frevo em se e acredito que o frevo é um
estado de espírito. Quando eu escuto o frevo de rua, eu me empolgo
completamente. Já quando eu escuto o frevo de Orquestra Sinfônica eu me sinto
no estado de espírito mais de prazer, podemos até dizer de melancolia vária
muito. Como bailarino, como passista de frevo nós dançamos de acordo com a
música está pedindo. Então independente da movimentação que a carruagem esteja
andando, é um estado de espírito diferente, porém sempre levando o sorriso no
rosto" destaca Bhrunno.
"Ele faz parte da minha vida eu não me vejo sem o Frevo. E razão de que ele me proporcionou várias coisas como bailarino de frevo viajei e conheci
vários estados do Brasil e conheci vários países. Já ganhei vários títulos em
concursos de passista de frevo. Porém como eu tenho muitos alunos, eu deixei de
participar dos concursos e me dediquei para ensiná-los. Me sentir no dever de estimular
os meus alunos. Como eu já fui campeão o meu trabalho agora enquanto professor, e assim me realizo nos meus alunos, e quando um deles ganham e me mostram a medalha ou o troféu do concurso, o prazer vêm dobrado".
"Fora do país os turistas se encantam com a dança do
Frevo, com o balanço e beleza da sobrinha, que é a extensão do corpo do passista. Eles
têm a sensação de leveza na dança. Mas fazemos uma movimentação bem pesada, em
razão de trabalharmos muito a massa corporal. Os turistas ficam admirados ao
ver tantas acrobacias com a sobrinha de frevo e não demostrarmos nenhum
esforço, porque fazemos tudo sorrindo".
"Precisamos viver o Frevo de janeiro a janeiro! Porque é
algo que nosso, faz parte da nossa cultura. Eu fico muito triste quando o povo se engrandece com as coisas de fora. Não que não
mereça. Mas se possuímos uma cultura tão rica, por que não valorizarmos? Se temos
uma dança tão rica, que virou o Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, merecemos
dar o valor necessário a ela ”.
Conversamos com a passista-mirim Gabriela Mota menina doce, dona de uma olhar radiante, olhos esverdeados, cabelos castanhos caracolados e pele cor morena clara. Mas conhecida como Bibi, mostra ser um garota determinada e personalidade forte.
Nome: Gabriela Mota
Apelido: Bibi
Idade: 14 anos
Cidade Natal: Recife
Altura: 1.56
Peso:48
bailarina de frevo
Hobbie: assistir seriados
Música: eletrônica
Apaixonada: por livros de romance
Comida favorita: pizza com Coca-cola
Bichinhos de estimação: cachorro
Amor: só de Mãe
Uma palavra: Deus
Como o frevo entrou na sua vida?
Foi quando minha mãe me levou para brincar carnaval, quando eu tinha seis anos eu ganhei uma roupa de passista para um desfile de fantasia de carnaval na escola.
Eu amo dançar e logo fui aprender os passos do frevo.
O que significa frevo para você?
Significa alegria, dança, cultura, representa nosso Pernambuco.
Como você ver o Frevo sendo divulgado durante o resto do ano, fora da época de Carnaval?
Não muito, mais deveria ser mais divulgado. Porque o frevo é cultura! O frevo não deveria ser valorizado só no mês do Carnaval, mais durante o ano todo.
Quais são os cantores que você mais gosta?
Almir Roche, Elba Ramalho, Alceu Valença, Alcimar Monteiro, Claudionor Germano e André Rio.
Quais são os espaços culturais que divulga à história do frevo, que você conhece?
A Casa do Frevo, a Casa do Carnaval e o Paço do Frevo. São esses que eu conheço.
Como você ver o frevo futuramente?
Com mais importância, valorização que as escolas colaborem mais com a divulgação, para que ele seja mais valorizado e cultivado. O frevo é uma alegria. Queremos frevo de janeiro a janeiro. Porque o frevo representa a cultura, a alegria do nosso Recife, do nosso Pernambuco.